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UNICEP-UNIÃO DOS CEGOS DOM PEDRO II

COLABORE:
- Contratando os nossos MASSOTERAPEUTAS (massagistas cegos),onde o preço é o menor da praça: R$15,00 a hora;

- Comprando tambem pelo menor preço os cabides e vassouras produzidas pelos cegos participantes da UNICEP; ou

- Contratando um portador de deficiência visual para sua empresa.

DOAÇÕES ou COMPRAS:
E-mail : unicep@terra.com.br
tel: (27) 3399 8010

ESPAÇO PARA OS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNE)

OBJETIVO:

- Divulgar , articular e fortalecer a luta das entidades que atendem os PNE;

- Sensibilizar a sociedade para que torne-se parceira destas entidades na implementação das leis que garantem os direitos dos PNE.



HISTORICO DA UNIÃO DE CEGOS D. PEDRO II


A União de Cegos D. Pedro II – UNICEP, organização da sociedade civil sem fins lucrativos nasceu do ideal de um pequeno grupo de deficientes visuais que se uniram para criar uma entidade de cegos, juntos em 01 de dezembro de 1979, deram personalidade jurídica a esta entidade, que já na metade da década de 1980 conseguiu agregar valiosos companheiros cegos a este ideal estatutário, promovendo o bem estar geral dos cegos, propiciando saúde, educação, formação profissional e inserção na vida econômica deste País.

Muito difíceis foram estes primeiros anos, porém conseguimos vencer estas lutas, implantando já no começo uma estrutura administrativa com a colaboração de sócios contribuintes, que por muito tempo foi o sustentáculo da entidade, com estes recursos e outros adquirimos a área onde encontra-se alicerçada a entidade. Ainda neste período instituímos nossa primeira sala de aula, tendo como prof. A Srª. Adília. Organizamos ainda uma das primeiras equipes de FUTSAL para cegos do Brasil. Em 1998, participamos do I Torneio Brasileiro para Cegos, participando com nossos atletas nas competições de Atletismo e FUTSAL.
Neste evento é que percebemos a necessidade de ser desenvolvida uma bola de FUTSAL que atendesse a necessidade da prática esportiva. Assim fizemos, arquitetamos e desenvolvemos a melhor bola de FUTSAL para cegos até hoje produzida neste país.

Neste período nossa intervenção junto a Secretaria de Educação foi fundamental para que mais professores fossem qualificados para atuarem na área de Educação Especial.
Desta luta frutificou a formação de mais de 20 (vinte) professores especializados para se juntarem aos 07 (sete) únicos professores de DV no Estado.
Nossa atuação não se restringiu às ações somente no Estado, pois com a difusão do esporte no país, junto com outras entidades de diferentes estados criamos a Associação Brasileira de Desporto para Cegos – ABDC. Na área política e social fomos participativos, também ajudamos a criar a Federação Brasileira de Entidades de e para Cegos – FEBEC. A nível estadual participamos da criação do Conselho Estadual da Pessoa Deficiente, a Coordenadoria Estadual de Pessoas Portadoras de Deficiência de Vila Velha.

Preocupados com a falta de oportunidade no mercado de trabalho para pessoas portadoras de deficiência visual ministramos cursos profissionalizantes em parcerias com outras organizações com o objetivo de inseri-las no mercado de trabalho.
Desejosos em minimizar este problema criamos em 1993, com recursos materiais cedidos pela Secretaria Estadual de Educação – SEDU a fábrica de cabides, produzidos e comercializados por membros da UNICEP, onde os recursos adquiridos são aplicados na manutenção deste projeto.

Hoje a UNICEP atende a 180 (cento e oitenta) crianças, adolescentes e adultos portadores de deficiência visual que recebem atendimentos de Alfabetização em Braille, Atividade de Vida Diária, Locomoção, Orientação e Mobilidade, Estimulação, Reabilitação e Informática.

Na área esportiva sob a orientação de professores especializados os membros praticam atividades esportivas nas seguintes modalidades: Futebol de Salão, Atletismo e Goalball, disputando torneios regionais e nacionais tendo atletas na seleção brasileira de Goalball e Futsal.

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FUNDAÇÃO DORINA NOVILL PARA CEGOS

antiga Fundação Para o Livro do Cego no Brasil, foi instituída em 11 de março de 1946 pela professora Dorina de Gouvêa Nowill. A necessidade de criar a fundação surgiu após a dificuldade enfrentada pela professora, deficiente visual desde os 17 anos, em encontrar livros em Braille.

Inicialmente, a Fundação dedicou suas atividades para a produção manual de livros em Braille realizada por um Grupo de Voluntários. Com o sucesso das atividades, possibilitadas pelo apoio destes voluntários, dos Governos Municipal e Estadual e por doações de equipamentos, foi possível instalar a Imprensa Braille para produção industrializada de livros em Braille.

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NOTICIAS:

Editora Globo e Mauricio de Sousa se unem à Fundação Dorina Nowill e lançam livros em Braille
(12/05/2005) - Mais uma vez, a Editora Globo aposta na força dos personagens das histórias em quadrinhos como instrumento de inclusão social.

O PATINHO FEIO É LANÇADO EM BRAILE NO BRASIL
(19/04/2005) - Mil exemplares são distribuídos gratuitamente para escolas e instituições de apoio

CENTRO DE MEMÓRIA DORINA NOWILL EXPÕE A EVOLUÇÃO DO ATENDIMENTO AO DEFICIENTE VISUAL NO BRASIL
(08/04/2005) - Acervo com 4 mil peças será aberto ao público a partir de 12 de abril

FIEPAG 2005 INOVA E APRESENTA PELA PRIMEIRA VEZ A PRODUÇÃO DE LIVROS EM BRAILLE
(21/03/2005) - Com o projeto, uma parceria entre Alcantara Machado e a Fundação Dorina, a FIEPAG contrapõe produção artesanal em braille e impressão digital

ORGANIZAÇÃO COMPLETA 59 ANOS E HOMENAGEIA LOUIS BRAILLE
(07/03/2005) - A Fundação Dorina completa, no dia 11 de março, 59 anos e presta homenagem a Louis Braille, que criou a exatos 180 anos o sistema Braille

ACESSE:
http://www.fundacaodorina.org.br/br/inicio.asp



PROGRAMA: PROMOÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

ACESSE:
http://www.mds.gov.br/programas/programas01.asp

A promulgação da Lei 7.853/89 promoveu mudanças de paradigmas quanto às questões relativas às pessoas portadoras de deficiência. Uma visão assistencialista / paternalista deu lugar a outra, que garantiu os direitos individuais e coletivos e a efetiva inclusão social das pessoas portadoras de deficiência. Apesar de grande avanço do marco legal, o Estado brasileiro ainda necessita desenvolver ações que contribuam para as transformações dos paradigmas assistencialistas, permitindo que o portador de deficiência seja sujeito do processo de desenvolvimento do país, exercendo plenamente sua cidadania.

A política de ações integradas para as pessoas com deficiência deve levar em conta, por um lado, as disparidades regionais, bem como a desigual distribuição de renda que, associadas, produzem, sob a forma de pobreza, algumas das mais importantes causas de deficiências. Deve ainda integrar-se ao conjunto das ações executadas pelo sistema básico de serviços sociais e elvar em conta que os portadores de deficiência não formam na sociedade agrupamentos específicos. São crianças, jovens, adultos e idosos, homens ou mulheres, negros, brancos ou índios, pertencentes a famílias posicionadas em segmentos sociais e econômicos diversos, possuem valores culturais distintos e habitam as várias regiões geográficas do país em municípios de porte e potencialidades diferentes quanto às oportunidades de oferta de serviços e outros morando no meio rural, com mais dificuldades de acesso a estes bens e serviços.

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PROGRAMA: PROGRAMA NACIONAL DE ACESSIBILIDADE

Assim, o redimensionamento das prioridades de governo para a vertente social irá tanto promover a integração da pessoa portadora de deficiência, quanto reduzir o número de novos casos. A questão das deficiências é, portanto, universal, e deve ser preocupação constante não só do governo mas da sociedade em geral. As medidas governamentais destinadas a melhorar a situação das pessoas portadoras de deficiência devem, necessariamente, estar ligadas à prevenção, reabilitação e equiparação de oportunidades, de acordo com o Programa de Ação Mundial para Pessoa Portadora de Deficiência, da ONU. A prevenção de deficiência não se confunde com o conjunto das ações preventivas, nem se esgotam nas atividades necessárias à sua realização. O avanço do conhecimento científico tornou possível prevenir a incidência de algumas deficiências com medidas simples e de custo reduzido. A despeito desses avanços, às ações orientadas para a prevenção de deficiência tem sido pouco expressiva no Brasil e constata-se que a incidência de deficiências permanece elevada. A prevenção de deficiência implica na adoção de medidas intersetoriais que impeçam o surgimento de deficiências em qualquer de suas manifestações (prevenção primária) ou que impeçam que deficiências já instaladas se agravem produzindo conseqüências negativas para a qualidade de vida dessas pessoas (prevenção secundária e terciária).

Quanto à reabilitação, esta é uma questão que implica em um conjunto de procedimentos diversos, interdependentes e devem partir da valorização das potencialidades das pessoas, ou seja, a reabilitação da pessoa portadora de deficiência só pode ser equacionada dentro do contexto geral e integrado das políticas de saúde, educação, trabalho, esporte, previdência e assistência social, de maneira que permitam às pessoas portadoras de deficiência alcançar os mais altos níveis físicos, mentais, profissionais e/ou sociais, que lhe seja possível. As características atuais dos atendimentos de reabilitação revelam insuficiência da rede, agravado pela desigualdade na distribuição regional e no acesso individual aos diferentes serviços. Há uma necessidade urgente de simplificação e da integração familiar e comunitária em favorecer a interiorização e universalização do acesso a reabilitação.

Promoção e Defesa dos Direitos de Pessoas com Deficiência
A promulgação da Lei 7.853/89 promoveu mudanças de paradigmas quanto às questões relativas às pessoas portadoras de deficiência. Uma visão assistencialista / paternalista deu lugar a outra, que garantiu os direitos individuais e coletivos e a efetiva inclusão social das pessoas portadoras de deficiência. Apesar de grande avanço do marco legal, o Estado brasileiro ainda necessita desenvolver ações que contribuam para as transformações dos paradigmas assistencialistas, permitindo que o portador de deficiência seja sujeito do processo de desenvolvimento do país, exercendo plenamente sua cidadania.

O Censo Demográfico 2000, do IBGE, desenhado em conjunto com a CORDE, constatou que a questão da deficiência no Brasil atinge diretamente 14,48% e indiretamente 43,44% do conjunto da população, ultrapassando a estimativa da Organização Mundial da Saúde. Em números absolutos, as porcentagens indicam respectivamente, 24,6 milhões e 73,8 milhões de pessoas, além de profissionais atuantes em áreas de atendimento à pessoa portadora de deficiência. As causas mais freqüentes, identificadas nas áreas de maior carência, estão ligadas, fundamentalmente, às condições sócio-econômicas do país, que se refletem diretamente sobre a população mais vulnerável. De acordo com o Programa de Ação Mundial para as Pessoas Portadoras de Deficiência, elaborado pela ONU, estão sob maior risco apresentarem grande número de cidadãos deficientes as nações ou sociedades que tiverem: precárias condições de vida, com escassos recursos de saneamento, água tratada, alimentação e habitação adequada; alto índice de analfabetismo, desinformação em geral e relacionada com a proteção da saúde; grandes distâncias geográficas com populações desassistidas pelo Estado; alto índice de doenças infecto-contagiosas e inadequado atendimento; centralização excessiva das decisões e das atividades nas áreas urbanas; violência no trânsito, nas grandes aglomerações populacionais e no campo; acentuada desigualdade social por concentração dos meios de produção; mercado de trabalho estagnado e mão-de-obra não qualificada; alta taxa de acidentes nos locais de trabalho; contaminação do meio ambiente e deterioração da condição de sobrevida; falta de controle no uso de medicamentos, drogas e agentes agrícolas; ausência de políticas sociais de médio e longo prazo.

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Cartilha do Ministério Público Federal e do MEC sobre inclusão de crianças com deficiência no ensino regular causa divergência entre especialistas. Confira

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LINKS PARCEIROS:
ACESSE:http://www.fundacaodorina.org.br/br/secoes.asp?cod_secao=12&id_site=br

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BibVirt-BIBLIOTECA VIRTUAL DO ESTUDANTE BRASILEIRO

A BibVirt, da Escola do Futuro da USP, lançou na Internet Titulos gravados pela Fundação Dorina Nowill para Cegos. Para ter acesso, é necessário ter o Programa Real Player, que pode ser obtido gratuitamente no próprio site da BibVirt.
Segue os links para as obras:

Machado de Assis - D.Casmurro

Machado de Assis - Memórias Póstumas

Jose de Alencar - O Guarani

Jose de Alencar - Iracema

José de Alencar - Ubirajara

Eça de Queiros - Os Maias

INSTITUTO DE CEGOS PADRE CHICO
www.padrechico.org.br

LARAMARA - ASSOC. BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA AO DEFICIENTE VISUAL
www.laramara.org.br

SENAI
www.sp.senai.br

SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL
www.sbb.org.br

DICAS SOBRE A VISÃO
www.clubdaboavisao.com.br

INSTITUTO BENJAMIM CONSTANT
www.ibcnet.org.br

ALGUMAS BIBLIOTECAS VIRTUAIS

FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL
www.bn.br

BIBLIOTECA VIRTUAL DO ESTUDANTE BRASILEIRO
www.bibvirt.futuro.usp.br/textos/autor.html

BIBLIOTECA VIRTUAL DO AIRTON
www.intervox.nce.ufrj.br/~airton

BIBLIOTECA DO PORTAL LER PARA VER
www.lerparaver.com

ESTADOS UNIDOS - BOOKSHARE
www.bookshare.org

INGLATERRA - NACIONAL LIBRARY FOR THE BLIND
www.nlbuks.org

ESPANHA - BIBLIOTECA MIGUEL CERVANTES
www.cervantesvirtual.com/servicios/ma

PORTUGAL - PROJECTO VERSIAL
www.ipn.pt/literatura/

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